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Depois do Brasil, preço do Bitcoin bate recorde na Argentina e Turquia

Com a recente alta no preço do Bitcoin e a desvalorização das moedas estatais, a criptomoeda tem batido recordes de preço em valores nominais e reais.

De acordo com dados do Arcane Research, o preço do Bitcoin bateu seu valor máximo histórico no Brasil, Turquia e Argentina.


O preço do bitcoin não apenas ultrapassou sua alta histórica nominal, mas também teve ganhos superiores a 5% descontada a inflação do período (IPCA).


Já na Argentina, a criptomoeda não apenas superou seu valor de preço histórico, mas está sendo extremamente procurada. De acordo com dados da LocalBitcoins.com, o valor transacionado da criptomoeda equivalente em dólares subiu quase 10 vezes se compararmos com a mesma época do ano passado.


Um dólar na Argentina, na cotação de hoje, vale 72 pesos – há 10 anos, valia apenas 4. Além de sofrer com alta inflação, os argentinos estão lutando contra o covid19, uma nuvem de gafanhotos e uma das piores crises econômicas da história.


A Turquia também passa por um momento complicado. Desde 2013, quando aconteceu uma tentativa de golpe contra o presidente Erdogan, a cotação do dólar saiu de 2 para 6,50 liras e hoje é negociada a US$7,24.


Falando em moeda desvalorizada, o real (BRL) foi a moeda que mais desvalorizou perante o dólar no primeiro trimestre de 2020, superando perdas de 33%. Como resultado, os brasileiros começaram a se proteger da desvalorização cambial.


De acordo com o Banco Central, apenas de janeiro a maio, os investidores brasileiros alocaram US$3,4 bilhões em fundos no exterior, um aumento de 300% se comparado ao período homólogo.


Quem resolveu apostar no Bitcoin também se deu bem. E não foram poucos que apostaram na criptomoeda. O volume de bitcoin negociado no Brasil via P2P subiu para níveis de julho de 2018, superando os US$700 mil. Já a soma de volume negociado nas corretoras (principais hubs de liquidez) geralmente ultrapassa mil bitcoins em 24 horas, de acordo com dados observados no CointraderMonitor.


Fonte: cointimes

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